
FAQ
O primeiro passo é entender o que seu olhar precisa
Dúvidas Frequentes
1. O que é cirurgia plástica ocular e o que essa área trata?
É a área da oftalmologia dedicada às estruturas que envolvem o olho: pálpebras, vias lacrimais, órbita e a região ao redor dos olhos. Ela reúne cirurgias funcionais — ptose, entrópio, ectrópio, obstrução lacrimal, remoção de tumores, reconstrução — e procedimentos estéticos, como a blefaroplastia e o rejuvenescimento periocular. O que une as duas frentes é a mesma exigência: operar essa região preservando a visão e a saúde da superfície ocular.
2. Qual a diferença entre oftalmologista, cirurgião plástico ocular e cirurgião plástico?
No Brasil, a cirurgia plástica ocular é uma área de atuação da Oftalmologia, não uma especialidade separada. O cirurgião plástico ocular é um oftalmologista que fez formação complementar nessa área e opera pálpebras, vias lacrimais e órbita. O cirurgião plástico é especialista em outra área e atua no corpo todo, incluindo a face. A diferença prática está no treinamento sobre o olho: campo visual, filme lacrimal, córnea e drenagem da lágrima fazem parte da avaliação do oculoplástico em toda cirurgia da região.
3. Quando devo procurar um cirurgião plástico ocular?
4. Cirurgia de pálpebra é sempre estética?
Não. Boa parte das cirurgias palpebrais tem indicação funcional, ou seja, existe para corrigir um problema que compromete a visão ou a proteção do olho. Ptose que reduz o campo visual, entrópio, ectrópio, lagoftalmo, obstrução lacrimal, retirada de tumor e reconstrução são exemplos. A blefaroplastia pode ser funcional ou estética, e é o exame — incluindo o campo visual — que classifica o caso.
5. Quais cirurgias da região dos olhos costumam ter cobertura de convênio?
Procedimentos com indicação funcional comprovada costumam ter previsão de cobertura: correção de ptose com prejuízo do campo visual, entrópio, ectrópio, lagoftalmo, dacriocistorrinostomia, remoção de tumores palpebrais e reconstrução. A autorização depende de relatório médico, exames de apoio e das regras de cada operadora. Procedimentos exclusivamente estéticos não têm cobertura.
6. Como é a primeira consulta e o que devo levar?
A consulta começa pela sua queixa e pelo histórico — há quanto tempo o problema existe, o que já foi tentado, cirurgias oculares anteriores, doenças e medicações em uso. Em seguida vem o exame oftalmológico completo, com avaliação das pálpebras, da superfície ocular e, conforme o caso, medidas específicas e exame de campo visual. Vale trazer exames recentes, laudos de biópsias, relatórios de cirurgias prévias, a lista de medicações — incluindo anticoagulantes — e, se tiver, fotos antigas do rosto.
7. As cirurgias das pálpebras são feitas com anestesia geral?
8. Como é o pós-operatório de uma cirurgia palpebral?
9. Crianças e bebês são atendidos?
10. A consulta pode ser feita por telemedicina?
A teleconsulta é regulamentada pelo Conselho Federal de Medicina e pode ser útil para orientação inicial, discussão de exames e acompanhamento. Mas a avaliação em plástica ocular depende de medidas feitas ao exame — abertura palpebral, função do músculo levantador, posição da margem, estado da superfície ocular — que não se obtêm por vídeo. Por isso, a definição de conduta cirúrgica exige consulta presencial. O atendimento presencial acontece em São José dos Campos, Guarulhos, Arujá e Mogi das Cruzes.
