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Quem Somos

Como funciona o cuidado em cirurgia plástica ocular na prática da Dra. Ana Bühler: os diferenciais da consulta, os princípios que orientam cada indicação e quem cuida de você.
Realizando Plásticas Oculares
+ 0 anos

Dra. Ana Bühler QUEM CUIDA DE VOCÊ

Médica graduada pela Universidade de Caxias do Sul (UCS), com residência médica em Oftalmologia e fellowship em Plástica Ocular pelo Banco de Olhos de Sorocaba (BOS), um dos principais centros de formação da especialidade no país. Antes da especialização, atuou como médica em municípios do interior gaúcho, inclusive como preceptora.

Atuo em cirurgia plástica ocular, área da oftalmologia dedicada às pálpebras, às vias lacrimais e à região ao redor dos olhos. Cada paciente chega com uma queixa diferente: a pálpebra que pesa, o olho que lacrimeja sem parar, a lesão que apareceu e não some, o olhar que já não traduz como a pessoa se sente. O meu trabalho começa separando o que é função do que é estética — porque essa distinção muda a conduta, muda a técnica e muda o que é razoável esperar do resultado.

“A pálpebra protege o olho e, ao mesmo tempo, molda o rosto. Operar essa região é cuidar das duas coisas — e nunca sacrificar a primeira pela segunda.”

Diferenciais

Os pontos que sustentam cada indicação cirúrgica
  • Diagnóstico Antes da Indicação Nenhuma cirurgia é indicada sem exame completo. Medidas da abertura palpebral, função do músculo levantador, avaliação da superfície ocular e, quando a queixa é funcional, campo visual — tudo antes de qualquer conversa sobre técnica.
  • Função Antes da Forma A região que estamos tratando é a que protege o olho. Toda decisão estética passa antes pela função: se a pálpebra fecha por completo, se a lubrificação é suficiente, se a superfície ocular está saudável.
  • Consulta com Tempo de Escuta A primeira avaliação tem duração de 60 minutos, porque entender há quanto tempo o incômodo existe, o que já foi tentado e o que a pessoa espera exige tempo que uma consulta rápida não permite.
  • Formação em Centro de Referência Fellowship em Plástica Ocular pelo Banco de Olhos de Sorocaba, instituição com tradição na formação da especialidade — onde o volume e a variedade de casos moldam o repertório cirúrgico de quem se forma ali.
  • O Que a Técnica Não Resolve Explicar limites faz parte da consulta. Você sai sabendo o que a cirurgia pode corrigir, o que depende da sua cicatrização e o que nenhuma técnica alcança — inclusive quando a resposta é que não há indicação cirúrgica.
  • Acompanhamento Pós-Operatório O resultado dessas cirurgias se define ao longo de semanas, não no dia seguinte. Os retornos são programados desde antes do procedimento, e a orientação acompanha cada fase da cicatrização.
Minha Essência

Meus Princípios

Missão

Cuidar das pálpebras, das vias lacrimais e da região dos olhos preservando aquilo que essa anatomia existe para proteger: a visão. Indicar cirurgia quando há motivo claro, explicar o motivo em linguagem que a pessoa entenda e acompanhar cada etapa até o fim.

Visão

Que a plástica ocular seja reconhecida pelo que ela é — uma cirurgia de milímetros que envolve a saúde do olho —, e não como um procedimento estético a mais. Contribuir para que menos pessoas cheguem tarde a diagnósticos palpebrais que teriam resolução mais simples.

Valores

Diagnóstico antes de técnica. Função antes de forma. Clareza sobre o que se sabe e sobre o que só o tempo vai mostrar. Decisão compartilhada, com o paciente entendendo o que assina. Nenhuma promessa de resultado e nenhuma indicação que não se sustente no exame.

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